COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA
LISBON DANCE COMPANY

Outras Danças...another dances... 1987 / 1988

A Caminho do novo espaço...e a honra de lhe ter restituído o seu lugar
na paisagem arquitectónica e cultural da cidade.

 

" O Casarão,
 O Palação,
     O Cortiço "


   
   Alguns dos mimos como era designado o Palácio dos Marqueses de Tancos
        joia do nosso património, adquirida pela CML em 1980, foi alvo de uma acção de 

          "auto demolição" que a colocou no limiar da derrocada, 

          mais seis meses e, um "outro projecto"  teria via livre.


                                                                                                    Janelas para quê ?


               


Entre 1987 e 1993,com o apoio da CML, foram transportadas cerca de 200 furgonetas de entulho e lixo.

 

                                                                                                           Nova viagem !

                                                                  

...as pinturas "azulchinesa"

 

Armários e portas em desmontagem acelerada. O soalho da sala (Século XVIII) , utilizada como Sala de Alteres com dois buracos com cerca de 1m quadrado( foto acima ) ...e o chumbo arrancado das paredes

 


Após alguns meses de trabalho - Out. de 1988

                                                                 

 -Obrigado a todos os que contribuiram para travar a degradação 

e de novo " iluminar as metamorfoses de Ovídio"     

        


                
        Monica Levy                                                                                                                                                Mikayo Mori / M. Avilez

No Estúdio 1 com Mónica Levy /ensaio de "Mãos de Vento"

 

26. 10. 1988, no intervalo do ensaio...a Companhia mais invejada. 

 - Foto para o programa...

Samuel de Castro, José Seabra, Michael Ing, Carol Weeds , Miguel Avilez, Daniela Graça, Paula Moreira,

 Silvia Nevjisky, Vitor Garcia, Maria João Pires, Mané Rebelo, Mikayo Mori e Paulo de Jesus.

 e ensaio da coreografia, em criação "Mãos de Vento", num ambiente de obras e muita determinação da parte dos membros da companhia !

 

 

Ao Comemorar 20 anos ...

 A COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA 

alvo das manobras pré eleitorais da EGEAC

no momento, empresa presidida pela VC da CML

 

Em resposta à carta da EGEAC,  publicada no "actual" do EXPRESSO de 04.06.05, pág. 8,

   O Palácio dos Marqueses de Tancos, foi confiado à CML pela Família Alves Diniz que 

preocupada com as constantes ocupações, após 1974, o vendeu à CML em 1980.

     O  Palácio dos Marqueses de Tancos,   foi salvo devido ao elevado estado de degradação 

           em que se encontrava , pela acção da  COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA, conforme, 

entre outros, testemunho do Professor José Augusto França, 

 a CDL, dignificou-o, restituindo-lhe a designação de Palácio, quando até então, era conhecido 

por "casarão" e até por "cortiço".

De imediato se começaram a sentir efeitos da inveja e da mediocridade, instalada.

José Cardoso Pires,  transmitiu-nos, a esse propósito , o seguinte:

em Portugal se tiveres uma boa ideia estás muito mal. Mas se tiveres duas boas ideias estás tramado!...

De imediato surgiram as insinuações e as calúnias habituais que o CA da EGEAC,  reedita no EXPRESSO

  e que se integram no ataque ao Projecto,  reconhecido  a nível nacional e internacional que representa 

a CDL, no ano em que comemora 21 anos de continuada actividade, 18 dos quais no PMT.

 

Passamos a desmontar as afirmações 

do Conselho de Administração da EGEAC

  1 . Quanto às  necessárias  obras no andar  nobre, a  COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA, 

não só alguma vez as impediu, como as deseja e as promoveu,  primeiro para travar a sua 

degradação, com o apoio e acompanhamento da CML através dos Serviços coordenados pelos 

Senhores Vereadores Vasco Franco e Rui Godinho.  Depois em 1992 e 1994 

por  proposta da CDL e intervenção directa do Gabinete da Mouraria.

 

Em Outubro de 2001,  viu-se obrigada a impor  à  EBHAL que   realizassem  obras   uma  vez  que  a  Presidente

 dessa  empresa  municipal, não permitia que no projecto das  mesmas,  à rebelia do IPPAR   que  levou a cabo nos  andares

 inferiores do Palácio dos Marqueses de Tancos,  incluísse alguma intervenção que pudesse beneficiar o andar  superior. 

Caso do piso do antigo Jardim de Inverno  que ameaçava ruir, imagens colhidas durante a intervenção. A mesma  só foi possível,  face à ameaça de um comunicado à imprensa, 

 

                   

     que  permitiu que o projecto fosse alterado e um mês antes das eleições autárquicas de 2001 

as obras estivessem concluídas

Quanto às afirmações, tais como obras ilegais, essas são da responsabilidade da EGEAC, uma vez que 

o Palácio dos Marqueses de Tancos,  foi por iniciativa da CDL e não da EBHAL,  proposto e Classificado 

como Imóvel de Interesse Público em 1996, e a EGEAC tal como a EBHAL ignoraram e continuam a ignorar, resultando daí as comunicações que dirigimos ao IPPAR e que motivaram este desespero revanchista.

1.1   Desde que a EBHAL, passou a coordenar as obras de manutenção, todas as ocorrências  foram sempre transmitidas e invariávelmente, a resposta foi sempre não, ao contrário do Gabinete da Mouraria que sempre nos apoiou, dentro das suas  possibilidades.

2. Infiltrações de águas, sim, só travadas pelas intervenções da CDL  e consequência  das obras

 promovidas pela EGEAC ou devido a obras  no terraço. Entretanto  o CA da EGEAC,  chamava os 

Bombeiros Sapadores, acusando a CDL de deixar torneiras abertas... 

 3. Em 1992, ao contrário das falsas insinuações do CA da EGEAC, a CDL põs em marcha 

o projecto que mantém, de transformar a antiga residência e Atelier de Carlos Botelho, 

em espaço de homenagem a esse prestigiado artista.

Ao contrário a EBHAL / EGEAC,  criou as condições para que o espaço se mantivesse insalubre 

e mente, uma vez mais, ao pretender apoderar-se desse projecto.  

 As restantes calúnias, serão esclarecidas no lugar próprio.

Tal como afirmamos, noutro momento, este tipo de procedimentos são conhecidos e 

já começaram a chegar opiniões, como esta que a seguir se transcreve: 

  Palácio dos Marqueses de Tancos

Classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto Lei 2 / 96, de 6 de Março 

 

Consequências das obras  EGEAC, realizadas à revelia do I P P A R

               

 

    

  

Outro dos  projectos  EGEAC, transformar o antigo logradouro do PMT em parque automóvel 

Tendo de forma prepotente iniciado obras, atentatórias do património que travamos com intervenção do IPPAR, 

destinadas a substituir o portão, já antes alterado do original pela EBHAL, por uma porta de garagem electrónica. 

 

   

    

       

 

           

                                           e o resultado das "Experiências Artíticas  de Olga Roriz "... no ano de 1994 !

 

 

                                                         

Estado em que se encontrava a estrutura do piso do antigo Jardim de Inverno. 


antes ( à beira da derrocada) e após início da intervenção !

Só o acaso, permitiu, em resultado de uma intervenção nos andares inferiores iniciada em Outubro / Novembro  2001 que ao fim de 14 anos de alertas, sem resposta, ou melhor sendo obrigados a ouvir afirmações, como esta, proferidas por alguém com responsabilidades num Gabinete Camarário,   ..." Não há qualquer necessidade de intervenção urgente, por baixo é terra...", tivesse lugar obra, à partida,  não prevista !


Porque o futuro nos pertence, aqui deixamos um Convite, para uma visita  que acreditamos dará lugar na realidade a um encontro com este espaço e com o Projecto que o dignificou.

 

Visitas(Visitings)ao(to the)

Palácio dos Marqueses de Tancos

Classificado pelo  IPPAR em 1996

IPA nº 1106380194




Marcação(Reserve) T/
21 882 4820 / Fax 21 8824829
TM  936 600 6226

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