COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA
Outras Danças...another
dances...
1987 / 1988
|


Nova viagem !


-Obrigado a todos os que contribuiram para travar a degradação
e de novo " iluminar as metamorfoses de Ovídio"
No Estúdio 1 com Mónica Levy /ensaio de "Mãos de Vento"
26. 10. 1988, no intervalo do ensaio...a Companhia mais invejada.
- Foto para o programa...
Samuel de Castro, José Seabra, Michael Ing, Carol Weeds , Miguel Avilez, Daniela Graça, Paula Moreira,
Silvia Nevjisky, Vitor Garcia, Maria João Pires, Mané Rebelo, Mikayo Mori e Paulo de Jesus.
e ensaio da coreografia, em criação "Mãos de Vento", num ambiente de obras e muita determinação da parte dos membros da companhia !
Ao Comemorar 20 anos ...
A COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA
alvo das manobras pré eleitorais da EGEAC
no momento, empresa presidida pela VC da CML
Em resposta à carta da EGEAC, publicada no "actual" do EXPRESSO de 04.06.05, pág. 8,
O Palácio dos Marqueses de Tancos, foi confiado à CML pela Família Alves Diniz que
preocupada com as constantes ocupações, após 1974, o vendeu à CML em 1980.
O Palácio dos Marqueses de Tancos, foi salvo devido ao elevado estado de degradação
em que se encontrava , pela acção da COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA, conforme,
entre outros, testemunho do Professor José Augusto França,

a CDL, dignificou-o, restituindo-lhe a designação de Palácio, quando até então, era conhecido
por "casarão" e até por "cortiço".
De imediato se começaram a sentir efeitos da inveja e da mediocridade, instalada.
José Cardoso Pires, transmitiu-nos, a esse propósito , o seguinte:
“ em Portugal se tiveres uma boa ideia estás muito mal. Mas se tiveres duas boas ideias estás tramado!... “
De imediato surgiram as insinuações e as calúnias habituais que o CA da EGEAC, reedita no EXPRESSO
e que se integram no ataque ao Projecto, reconhecido a nível nacional e internacional que representa
a CDL, no ano em que comemora 21 anos de continuada actividade, 18 dos quais no PMT.
Passamos a desmontar as
afirmaçõesdo Conselho de Administração da EGEAC
não só alguma vez as impediu, como as deseja e as promoveu, primeiro para travar a sua
degradação, com o apoio e acompanhamento da CML através dos Serviços coordenados pelos
Senhores Vereadores Vasco Franco e Rui Godinho. Depois em 1992 e 1994
por
proposta da CDL e intervenção directa do Gabinete da Mouraria.
Em Outubro de 2001, viu-se obrigada a impor à EBHAL que realizassem obras uma vez que a Presidente
dessa empresa municipal, não permitia que no projecto das mesmas, à rebelia do IPPAR que levou a cabo nos andares
inferiores do Palácio dos Marqueses de Tancos, incluísse alguma intervenção que pudesse beneficiar o andar superior.
Caso do piso do antigo Jardim de Inverno que ameaçava ruir, imagens colhidas durante a intervenção. A mesma só foi possível, face à ameaça de um comunicado à imprensa,

que permitiu que o projecto fosse alterado e um mês antes das eleições autárquicas de 2001
as obras estivessem concluídas
.
Quanto às afirmações, tais como obras ilegais, essas são da responsabilidade da EGEAC, uma vez que
o Palácio dos Marqueses de Tancos, foi por iniciativa da CDL e não da EBHAL, proposto e Classificado
como Imóvel de Interesse Público em 1996, e a EGEAC tal como a EBHAL ignoraram e continuam a ignorar, resultando daí as comunicações que dirigimos ao IPPAR e que motivaram este desespero revanchista.
1.1 Desde que a EBHAL, passou a coordenar as obras de manutenção, todas as ocorrências foram sempre transmitidas e invariávelmente, a resposta foi sempre não, ao contrário do Gabinete da Mouraria que sempre nos apoiou, dentro das suas possibilidades.
2. Infiltrações de águas, sim, só travadas pelas intervenções da CDL e consequência das obras
promovidas pela EGEAC ou devido a obras no terraço. Entretanto o CA da EGEAC, chamava os
Bombeiros Sapadores, acusando a CDL de deixar torneiras abertas...
3. Em 1992, ao contrário das falsas insinuações do CA da EGEAC, a CDL põs em marcha
o projecto que mantém, de transformar a antiga residência e Atelier de Carlos Botelho,
em espaço de homenagem a esse prestigiado artista.
Ao contrário a EBHAL / EGEAC, criou as condições para que o espaço se mantivesse insalubre
e
mente, uma vez mais, ao pretender apoderar-se desse projecto.
As restantes calúnias, serão esclarecidas no lugar próprio.
Tal como afirmamos, noutro momento, este tipo de procedimentos são conhecidos e
já começaram a chegar opiniões, como esta que a seguir se transcreve:

Palácio dos Marqueses de Tancos
Classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto Lei 2 / 96, de 6 de Março

Consequências das obras EGEAC, realizadas à revelia do I P P A R

Outro dos projectos EGEAC, transformar o antigo logradouro do PMT em parque automóvel
Tendo de forma prepotente iniciado obras, atentatórias do património que travamos com intervenção do IPPAR,
destinadas
a substituir o portão, já antes alterado do original pela EBHAL, por uma porta
de garagem
electrónica.

e o resultado das "Experiências Artíticas de Olga Roriz "... no ano de 1994 !

Estado em que se encontrava a estrutura do piso do antigo Jardim de Inverno.

antes ( à beira da derrocada) e após início da intervenção !
Só o acaso, permitiu, em resultado de uma intervenção nos andares inferiores iniciada em Outubro / Novembro 2001 que ao fim de 14 anos de alertas, sem resposta, ou melhor sendo obrigados a ouvir afirmações, como esta, proferidas por alguém com responsabilidades num Gabinete Camarário, ..." Não há qualquer necessidade de intervenção urgente, por baixo é terra...", tivesse lugar obra, à partida, não prevista !
Porque o futuro nos pertence, aqui deixamos um Convite, para uma visita
que acreditamos dará lugar na realidade a um encontro com este espaço e com o Projecto que o dignificou.
IPA nº 1106380194